Há já muito tempo que a psicopatia é algo que tem sido estudado pela psicopatologia e psiquiatria forense. É considerado um terreno difícil, uma vez que lida com pessoas com características específicas (em ralação a parte psico-emocional e comportamental) que não encaixam nas doenças mentais. Nestes casos, a psiquiatria é exigida para se conseguir resolver algo a nível forense pois a psicopatia é associada a Transtornos da Personalidade (ideia formada em 1966).
Ao longo do tempo, os conceitos de Psicopata, Personalidade Psicopática e Sociopata têm vindo a “dar que conversar” porque as ditas “personalidades anormais” sempre existiram numa sociedade. Estas pessoas geralmente sobressaem quando inseridas num grupo, pois não apresentam um comportamento, conduta moral e ética devidos. Apesar disto, não as podemos classificar como loucos nem débeis. Este conceito (Personalidade Psicopática) já foi associado à bipolaridade orgânica-psicológica ligado a parte social, sendo por fim definida como uma ideia bio-psico-social.
Segundo Henry Ey – psiquiatra e psicanalista francês – as Personalidades Psicopáticas inserem-se nas doenças mentais crónicas. Doenças estas que considera como “um desequilíbrio psíquico resultante das anomalias caracteriológicas das pessoas”. Para Ey, as características básicas da Personalidade Psicopática são a anti-sociabilidade e a impulsividade.
Entre as várias teorias existentes acerca deste tipo de personalidade, existem dois factores comuns a todas. O primeiro indica que o psicopata já surge geneticamente determinado. O segundo diz que o psicopata é moldado consoante a sociedade e o meio que o rodeia.
Pessoas que possuam este tipo de personalidade, geralmente, não se conseguem inserir na sociedade pois são egoístas e rejeitam todo o tipo de regras sendo apenas a ideia deles a mais importante. No inicio, conseguem fazer amigos facilmente mas depois são rapidamente rejeitados pelo grupo devido à sua amoralidade, fazendo assim deles pessoas solitárias. Estas características podem surgir logo enquanto crianças (desrespeito pela sociedade e regras) passando pela adolescência (marginalidade) e por último pela fase adulta (nesta fase já se encontram em centros de reabilitação ou então prisões). Apenas os sujeitos com um Q.I mais elevado se conseguem inserir na sociedade ate a idade adulta, pois beneficiam de uma capacidade cognitiva mais elevada. Mas, após atingir este patamar (idade adulta) são excluídos da sociedade, tal como os outros, acabando também em prisões ou centros de reabilitação.
No fundo, as principais características (e estas sim são as actuais!) de uma pessoa com uma Personalidade Psicopática são a ausência de sentimentos afectuosos, amoralidade, impulsividade, falta de adaptação social e incorrigibilidade.

Ao longo do tempo, os conceitos de Psicopata, Personalidade Psicopática e Sociopata têm vindo a “dar que conversar” porque as ditas “personalidades anormais” sempre existiram numa sociedade. Estas pessoas geralmente sobressaem quando inseridas num grupo, pois não apresentam um comportamento, conduta moral e ética devidos. Apesar disto, não as podemos classificar como loucos nem débeis. Este conceito (Personalidade Psicopática) já foi associado à bipolaridade orgânica-psicológica ligado a parte social, sendo por fim definida como uma ideia bio-psico-social.
Segundo Henry Ey – psiquiatra e psicanalista francês – as Personalidades Psicopáticas inserem-se nas doenças mentais crónicas. Doenças estas que considera como “um desequilíbrio psíquico resultante das anomalias caracteriológicas das pessoas”. Para Ey, as características básicas da Personalidade Psicopática são a anti-sociabilidade e a impulsividade.
Entre as várias teorias existentes acerca deste tipo de personalidade, existem dois factores comuns a todas. O primeiro indica que o psicopata já surge geneticamente determinado. O segundo diz que o psicopata é moldado consoante a sociedade e o meio que o rodeia.
Pessoas que possuam este tipo de personalidade, geralmente, não se conseguem inserir na sociedade pois são egoístas e rejeitam todo o tipo de regras sendo apenas a ideia deles a mais importante. No inicio, conseguem fazer amigos facilmente mas depois são rapidamente rejeitados pelo grupo devido à sua amoralidade, fazendo assim deles pessoas solitárias. Estas características podem surgir logo enquanto crianças (desrespeito pela sociedade e regras) passando pela adolescência (marginalidade) e por último pela fase adulta (nesta fase já se encontram em centros de reabilitação ou então prisões). Apenas os sujeitos com um Q.I mais elevado se conseguem inserir na sociedade ate a idade adulta, pois beneficiam de uma capacidade cognitiva mais elevada. Mas, após atingir este patamar (idade adulta) são excluídos da sociedade, tal como os outros, acabando também em prisões ou centros de reabilitação.
No fundo, as principais características (e estas sim são as actuais!) de uma pessoa com uma Personalidade Psicopática são a ausência de sentimentos afectuosos, amoralidade, impulsividade, falta de adaptação social e incorrigibilidade.

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